É muito bom poder ler algo sobre gamificação, ainda mais com essa profundidade, aqui nessa newsletter!
Conheço o framework Octalysis há 10 anos, trabalho para o The Octalysis Group há 2, e a cada projeto percebo o quão valiosa é essa percepção da motivação em 8 dimensões. Fazer o trabalho de UX tendo como base um modelo comportamental do ser humano como esse transforma o alinhamento entre features e métricas de negócio, é impressionante!
Espero cada vez mais que as pessoas vejam o valor dessa metodologia e se interessem por um design realmente centrado no ser humano!
Acabei de ler o artigo e estou vivendo algo muito parecido na prática com um case de gamificação dentro de um app de varejo.
Trouxemos uma mecânica de “caça ao chocolate”, onde o cliente precisa encontrar QR codes nas lojas para desbloquear ofertas e ganhar desconto no PDV. A ideia parecia ótima no papel, mas os dados estão contando uma história bem diferente:
– Abriu o app: 43.586
– Abriu o jogo: 6.346
– Abriu o scan: 107
– Escaneou produto: 175
– Completou a jornada: 0
Ou seja, a maior queda não está no interesse inicial, mas na transição do “entendi a campanha” para o “sei o que fazer agora no mundo físico”.
Isso está levantando algumas hipóteses bem importantes pra gente:
Gamificação em varejo físico talvez não seja só uma questão de UX dentro do app, mas de operação de loja, comunicação no PDV e incentivo no ambiente físico. Se o usuário não entende a mecânica em 5 segundos dentro da loja, o jogo praticamente não existe.
Talvez o erro não esteja na interface, mas na falta de:
– sinalização nas lojas
– promotores explicando
– feedback claro de progresso
– recompensa percebida como valiosa
No fim, isso está me fazendo pensar que gamificação em varejo físico é muito mais próxima de trade + design de serviço do que apenas UX de produto.
Alguém aqui já passou por algo parecido em campanhas que misturam app + loja física?
Achei seu case bem interessante! Seria interessante ter acessa a outras métricas para ajudar a trazer insights sobre o projeto, mas inicialmente:
Será que as lojas tem sinal de Internet forte o suficiente? Faz sentido oferecer wifi aos clientes?
O link leva a um app nativo, ou web? Se for web, o tema referente a conectividsde é mammainda mais importante
Como é a jornada uma vez que o link é aberto? É necessário criar um perfil, ou a experiência tem menos gargalos?
O benefício ao cumprir a jornada esta clara ao usuário, ou ele acaba perdendo de vista o motivo em acessar o QR code?
A progressão é simples, ou é necessário seguir muitas etapas distintas?
Isso pensando em uma etapa do funil onde o usuário já teve acesso ao Qr code/campanha em si, já existem alguns pontos possíveis de avaliação! Seria acha que faz sentido, fico a disposição para trocarmos mais figurinhas via LinkedIn
É muito bom poder ler algo sobre gamificação, ainda mais com essa profundidade, aqui nessa newsletter!
Conheço o framework Octalysis há 10 anos, trabalho para o The Octalysis Group há 2, e a cada projeto percebo o quão valiosa é essa percepção da motivação em 8 dimensões. Fazer o trabalho de UX tendo como base um modelo comportamental do ser humano como esse transforma o alinhamento entre features e métricas de negócio, é impressionante!
Espero cada vez mais que as pessoas vejam o valor dessa metodologia e se interessem por um design realmente centrado no ser humano!
Acabei de ler o artigo e estou vivendo algo muito parecido na prática com um case de gamificação dentro de um app de varejo.
Trouxemos uma mecânica de “caça ao chocolate”, onde o cliente precisa encontrar QR codes nas lojas para desbloquear ofertas e ganhar desconto no PDV. A ideia parecia ótima no papel, mas os dados estão contando uma história bem diferente:
– Abriu o app: 43.586
– Abriu o jogo: 6.346
– Abriu o scan: 107
– Escaneou produto: 175
– Completou a jornada: 0
Ou seja, a maior queda não está no interesse inicial, mas na transição do “entendi a campanha” para o “sei o que fazer agora no mundo físico”.
Isso está levantando algumas hipóteses bem importantes pra gente:
Gamificação em varejo físico talvez não seja só uma questão de UX dentro do app, mas de operação de loja, comunicação no PDV e incentivo no ambiente físico. Se o usuário não entende a mecânica em 5 segundos dentro da loja, o jogo praticamente não existe.
Talvez o erro não esteja na interface, mas na falta de:
– sinalização nas lojas
– promotores explicando
– feedback claro de progresso
– recompensa percebida como valiosa
No fim, isso está me fazendo pensar que gamificação em varejo físico é muito mais próxima de trade + design de serviço do que apenas UX de produto.
Alguém aqui já passou por algo parecido em campanhas que misturam app + loja física?
Achei seu case bem interessante! Seria interessante ter acessa a outras métricas para ajudar a trazer insights sobre o projeto, mas inicialmente:
Será que as lojas tem sinal de Internet forte o suficiente? Faz sentido oferecer wifi aos clientes?
O link leva a um app nativo, ou web? Se for web, o tema referente a conectividsde é mammainda mais importante
Como é a jornada uma vez que o link é aberto? É necessário criar um perfil, ou a experiência tem menos gargalos?
O benefício ao cumprir a jornada esta clara ao usuário, ou ele acaba perdendo de vista o motivo em acessar o QR code?
A progressão é simples, ou é necessário seguir muitas etapas distintas?
Isso pensando em uma etapa do funil onde o usuário já teve acesso ao Qr code/campanha em si, já existem alguns pontos possíveis de avaliação! Seria acha que faz sentido, fico a disposição para trocarmos mais figurinhas via LinkedIn